Os aventureiros têm muita imaginação, vejam como a partir do mesmo título, “Zéquinha, o grande mentiroso”, escreveram histórias muito originais.
Era uma vez um rapaz que se chamava Zéquinha, o grande mentiroso.
Ele só sabia mentir às que pessoas que conhecia. Dizia que já tinha visto um Alien no seu quintal e que brincava com ele e as pessoas acreditavam, mas ao fim de um tempo ele era apanhado, como sempre, pela mãe. Ficava muitos dias de castigo e com o passar do tempo ele inventava mais mentiras com o seu primo José. Eles eram muito traquinas, mas era, só dois dias por semana, que ele passava com o primo.
Sem o primo não haviam mentiras, era uma grande seca. Mas logo teve uma ideia, fugir de casa para ir viver com o primo, o rei das aldrabices.
Ao fim de um tempo, foi para a casa do primo José e a partir daí foram eles os reis das mentiras e das aldrabices.
João Mondim
Era uma vez um menino que se chamava Zéquinha. Este menino tinha um grande problema, era muito, muito mentiroso.
Um certo dia, o menino Zéquinha resolveu pregar uma grande mentira ao irmão mais velho, foi-lhe dizer que a dona Rosa, a sua vizinha da frente, tinha um dálmata, que era a raça de cães que o seu irmão mais gostava.
Este todo contente, foi visitar a vizinha e pediu-lhe para ver o cão. A dona Rosa ficou muito admirada com o pedido do menino e disse-lhe que não tinha nenhum cão.
Quando voltou para casa ficou muito zangado com o Zéquinha e disse-lhe:
- Foste muito mau porque mentir é muito feio, a partir de agora não acredito em ti.
O Zéquinha ficou triste e resolveu não não voltar a mentir.
Margarida Correia
Era uma vez um menino chamado Zéquinha, que tinha nove anos e vivia na vila da Pedra. Ele gostava de brincar na rua com os amigos.
Um dia, estava a brincar e disse a um amigo que já não lhe apetecia brincar mais, mas estava a mentir, porque na verdade estava a adorar. Ele mentiu porque estava cheio de fome e queria ir comer mas não queria dizer a verdade.
O Zéquinha começou a achar piada à mentira e foi a todas as casas enganar as pessoas. Até disse a uma senhora que ia haver um baile em Lisboa e ela foi fazer as malas, toda contente por ir dançar.
Entretanto, era hora de jantar e o Zéquinha foi comer bacalhau à Brás. Depois de uma bela refeição, eram horas de deitar. Ele sonhou que no dia seguinte ia bater à porta da mesma senhora e que em vez daquela senhora simpática estava um homem velho, a dizer-lhe para se afastar daquela casa, porque era a casa assombrada. Correu para a sua casa mas essa já não estava lá.
O Zéquinha acordou e chamou a mão, que estava a sonhar com flores.
- Mãe, tive um pesadelo muito grande que me fez pensar duas, ou três vezes, nunca mais irei mentir. Juro!
- Boa querido, assim é que se fala. Oh, já são horas de ir para a escola. Vai vestir-te.
O Zéquinha foi para a escola mas no caminho viu a senhora e pediu-lhe desculpa. A senhora respondeu:
- Ah! Não há problema, não dancei mas encontrei uma velha amiga e ficámos a conversar toda a tarde no café.
Ao chegar à escola ele, também, pediu desculpa aos amigos, e eles desculparam.
Ana Luísa
Era uma vez um menino chamado Zéquinha, ele tinha oito anos de idade e um grande defeito, não conseguia parar de mentir.
Um dia, na escola, ele tinha empurrado um colega e esse colega disse:
- Pára Zéquinha, isso não se faz!!!
O menino riu-se e foi a correr contar que o Pedro o tinha empurrado. Ele tinha inventado uma mentira.
Mais tarde, quando o menino Zéquinha tinha chegado a casa, ele foi tomar banho, jantar e foi deitar-se. De repente quando o menino fechou os olhos apareceu uma fada, ela disse:
- Menino Zéquinha vem comigo, que te tornarás um menino mais feliz, sem mentiras, nem confusões.
Ele pegou na mão da fada e esta levou-o a um país onde toda a gente vivia bem, sem tristezas e maldades. A fada explicou-lhe que não se deve mentir porque pode acabar-se sozinho, sem amigos e sem uma coisa muito importante, a confiança. Depois a fada levou o menino Zéquinha para casa.
Quando o Sol se levantou o menino também se levantou e quando chegou à escola, jurou nunca mais mentir.
Mariana Bento
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
O menino do Outono
Era uma vez um menino, que tinha nascido no Outono. Quando cresceu, começou a brincar com as folhas, com os seus colegas.
Em casa, tinha muitos pinheiros, onde trepava. O nome dele era Ivo Outo. Ele adorava todos os cozinhados do Outono, como as castanhas.
Mas um dia, na escola, chegou um menino de África, chamado Bernardo, que não sabia o que era o Outono. O Ivo disse-lhe:
- Bernardo, o Outono é fantástico, estás a ver aquelas árvores?
- Sim! Porque estão com folhas castanhas?
- Depois do Outono é o Inverno e antes dele acabar, vais ver as folhas castanhas, devias comer batatas doces e brincar com as folhas caídas das árvores.
O Bernardo e o Ivo ficaram amigos, brincavam numa figueira velha.
Quando o Ivo cresceu foi trabalhar como meteorologista e acertava sempre, era muito famoso.
Ele, com setenta e cinco anos, (já com netos) foi àquela figueira velha, no primeiro dia de Outono e morreu. Mas não estava triste, estava contente, por ter morrido naquele dia.
Diogo Durão
Em casa, tinha muitos pinheiros, onde trepava. O nome dele era Ivo Outo. Ele adorava todos os cozinhados do Outono, como as castanhas.
Mas um dia, na escola, chegou um menino de África, chamado Bernardo, que não sabia o que era o Outono. O Ivo disse-lhe:
- Bernardo, o Outono é fantástico, estás a ver aquelas árvores?
- Sim! Porque estão com folhas castanhas?
- Depois do Outono é o Inverno e antes dele acabar, vais ver as folhas castanhas, devias comer batatas doces e brincar com as folhas caídas das árvores.
O Bernardo e o Ivo ficaram amigos, brincavam numa figueira velha.
Quando o Ivo cresceu foi trabalhar como meteorologista e acertava sempre, era muito famoso.
Ele, com setenta e cinco anos, (já com netos) foi àquela figueira velha, no primeiro dia de Outono e morreu. Mas não estava triste, estava contente, por ter morrido naquele dia.
Diogo Durão
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Combate aos erros
Os aventureiros continuam a dar alguns erros ortográficos. No entanto, como sabemos, à medida que avançamos no nosso percurso escolar, mais importante é combatermos essa situação.
Assim, este ano, vamos “combater” os erros que teimam em persistir. Como, nem todos os erros são comuns, cada aventureiro vai realizar um trabalho específico.
Deste modo surge, “As estrelas do ditado”, um painel onde se encontram afixados os nomes dos meninos que dão menos erros.

Por outro lado os ditados, efectuados quinzenalmente servem para a professora identificar os erros específicos de cada menino e para, em conjunto, realizarmos uma avaliação dos progressos, que vão sendo registados numa tabela.
Assim, este ano, vamos “combater” os erros que teimam em persistir. Como, nem todos os erros são comuns, cada aventureiro vai realizar um trabalho específico.
Deste modo surge, “As estrelas do ditado”, um painel onde se encontram afixados os nomes dos meninos que dão menos erros.
Por outro lado os ditados, efectuados quinzenalmente servem para a professora identificar os erros específicos de cada menino e para, em conjunto, realizarmos uma avaliação dos progressos, que vão sendo registados numa tabela.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Poemas e imagens - Actividade 2
Na continuação da actividade "Poemas e imagens", e em comemoração do Dia da Mãe, foi a vez dos aventureiros observarem, ao pormenor, a fotografia de Sebastião Salgado.

Rapidamente concluíram várias coisas, através da observação atenta da imagem: "as fotografias a preto e branco são mais tristes", "na fotografia está uma mãe e o seu filho", "a família deve comer coisas que plantam", "não têm muito dinheiro", "nunca devem ter viajado", "a cidade deve ser longe", "o menino tem o ouvido encostadinho à mãe"...
Então, a partir da frase "o menino tem o ouvido encostadinho à mãe", questionei os aventureiros sobre, o que dirá ao menino o coração daquela mãe. Aqui ficam as bonitas repostas que deram.
Vais ficar sempre junto do meu coração.
Vou ajudar-te nos bons e maus momentos.
Espero que quando cresceres tenhas uma boa vida.
Tenho pena que não vivamos num país rico, para que possas ir à escola.
Nunca te vou deixar.
Gostarei sempre de ti.
És a pessoa de quem mais gosto, neste Mundo.
Sou a tua fã número um.

Rapidamente concluíram várias coisas, através da observação atenta da imagem: "as fotografias a preto e branco são mais tristes", "na fotografia está uma mãe e o seu filho", "a família deve comer coisas que plantam", "não têm muito dinheiro", "nunca devem ter viajado", "a cidade deve ser longe", "o menino tem o ouvido encostadinho à mãe"...
Então, a partir da frase "o menino tem o ouvido encostadinho à mãe", questionei os aventureiros sobre, o que dirá ao menino o coração daquela mãe. Aqui ficam as bonitas repostas que deram.
Vais ficar sempre junto do meu coração.
Vou ajudar-te nos bons e maus momentos.
Espero que quando cresceres tenhas uma boa vida.
Tenho pena que não vivamos num país rico, para que possas ir à escola.
Nunca te vou deixar.
Gostarei sempre de ti.
És a pessoa de quem mais gosto, neste Mundo.
Sou a tua fã número um.
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Poemas e imagens - Actividade 1
Continuando o estudo de poesias, na semana passada, os aventureiros descobriram que, também, podemos ler textos nas imagens e, por isso, que as imagens podem contar-nos histórias.
Para tal, foram-lhes apresentadas três imagens, dois quadros e uma fotografia. As imagens começaram por ser comentadas e feitas referências aos seus autores. Um dos quadros foi imediatamente reconhecido pelos aventureiros, por já terem estudado o seu autor.
Em seguida, foram lidos três poemas e proposto aos alunos, associarem os textos às imagens apresentadas. E foi assim que os aventureiros, associaram...
“Menino
encosta a tua cabeça de seda
No meu ombro
Contigo, sei escutar
A música mágica do mundo.”
Matilde Rosa Araújo

Moçambique(1994), Sebastião Salgado
“Se
Se as casas tivesse asas
Se as asas varressem o mar
Se o mar coubesse no copo
Se o copo jogasse à bola
Se a bola se fizesse sol
Se o sol fosse à escola
Se a escola se escondesse de 2ª a 6ª feira
Se o encarnado pintasse a chuva
Se a chuva abrisse a porta
Se a porta caminhasse pela rua
De braço dado com a lua
Se a lua saltasse para a minha mão
E eu a comesse dentro do pão!”
Luísa Ducla Soares

Os valores pessoais (1952), Magritte
“Escrevi a palavra flor.
Um girassol nasceu
no deserto do papel.
Era um girassol
como é um girassol.
Endireitou o caule,
sacudiu as pétalas
e perfumou o ar.
Voltou a cabeça
à procura do Sol
e deixou cair dois grãos de pólen
sobre a mesa.
Depois cresceu até ficar
com a ponta de uma pétala
fora da Natureza.”
Álvaro Magalhães

Sun Flowers (1888), Van Gogh
Para tal, foram-lhes apresentadas três imagens, dois quadros e uma fotografia. As imagens começaram por ser comentadas e feitas referências aos seus autores. Um dos quadros foi imediatamente reconhecido pelos aventureiros, por já terem estudado o seu autor.
Em seguida, foram lidos três poemas e proposto aos alunos, associarem os textos às imagens apresentadas. E foi assim que os aventureiros, associaram...
“Menino
encosta a tua cabeça de seda
No meu ombro
Contigo, sei escutar
A música mágica do mundo.”
Matilde Rosa Araújo

Moçambique(1994), Sebastião Salgado
“Se
Se as casas tivesse asas
Se as asas varressem o mar
Se o mar coubesse no copo
Se o copo jogasse à bola
Se a bola se fizesse sol
Se o sol fosse à escola
Se a escola se escondesse de 2ª a 6ª feira
Se o encarnado pintasse a chuva
Se a chuva abrisse a porta
Se a porta caminhasse pela rua
De braço dado com a lua
Se a lua saltasse para a minha mão
E eu a comesse dentro do pão!”
Luísa Ducla Soares

Os valores pessoais (1952), Magritte
“Escrevi a palavra flor.
Um girassol nasceu
no deserto do papel.
Era um girassol
como é um girassol.
Endireitou o caule,
sacudiu as pétalas
e perfumou o ar.
Voltou a cabeça
à procura do Sol
e deixou cair dois grãos de pólen
sobre a mesa.
Depois cresceu até ficar
com a ponta de uma pétala
fora da Natureza.”
Álvaro Magalhães

Sun Flowers (1888), Van Gogh
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sábado, 14 de fevereiro de 2009
Poesias sobre as sensações
Continuando os trabalhos sobre poesia, lancei um desafio aos aventureiros.
A turma dividiu-se em grupos de dois meninos e cada grupo, escolheu uma emoção ou um sentimento.
Em seguida, propus-lhes que escrevessem, a pares, uma poesia com as respostas às seguintes perguntas:
- Tem cor? Qual é?
- Tem sabor? Qual é?
- Tem cheiro? Qual é?
- Qual é a sua temperatura?
- Tem som? Qual?
- Tem movimento? Qual?
- Tem peso? Qual?
- Como vos faz sentir?
Ora, os resultados foram surpreendentes... Temos poetas!
A saudade
É verde clara, como a lima
Sabe a maçãs verdes
Cheira a girassol
E arde como um fogo na mata
É o som de uma flauta
Move-se devagar, como uma tartaruga
Pesa como uma pedra
E faz-me sentir um vazio no peito
(José e Margarida)
O amor
É a cor do sangue derramado
Tem sabor a maçã
E cheiro a rosas perfumadas
É escaldante
Tem som de flauta
Um movimento suave
O peso de uma pena branca
E faz-nos sentir leves como o vento
(Andreia e Rodrigo)
A amizade
Tem cor azul
Sabe a morango
E cheira a baunilha
É morno como um dia de Primavera
Tem o som de palmas
O movimento da brincadeira
Pesa como uma pessoa
Faz-me sentir divertido
(Mariana e Tomás)
A alegria
Amarelo vivo
Sabe a baunilha
E cheira a rosas
É morna, como a areia da praia
Tem o som de uma flauta
Tem movimento, como as ondas do mar
É leve como uma pena
Faz-me sentir bem
(Ana e Jorge)
O ódio
A cor é vermelho do sangue
O seu sabor é do sal
O cheiro é da cebola
A temperatura é do quente do sol
O som é de rock
O seu movimento é muito rápido, como um foguete
O seu peso é duma montanha
Faz-me sentir com a cara quente
(Diogo e Pedro)
A raiva
É vermelha
Tem sabor a morangos
O cheiro é do sangue
A sua temperatura é quente
Tem som de guitarra eléctrica
Tem o movimento do rap
É pesada como um navio
Faz-me sentir chateado
(João e Miguel)
A turma dividiu-se em grupos de dois meninos e cada grupo, escolheu uma emoção ou um sentimento.
Em seguida, propus-lhes que escrevessem, a pares, uma poesia com as respostas às seguintes perguntas:
- Tem cor? Qual é?
- Tem sabor? Qual é?
- Tem cheiro? Qual é?
- Qual é a sua temperatura?
- Tem som? Qual?
- Tem movimento? Qual?
- Tem peso? Qual?
- Como vos faz sentir?
Ora, os resultados foram surpreendentes... Temos poetas!
A saudade
É verde clara, como a lima
Sabe a maçãs verdes
Cheira a girassol
E arde como um fogo na mata
É o som de uma flauta
Move-se devagar, como uma tartaruga
Pesa como uma pedra
E faz-me sentir um vazio no peito
(José e Margarida)
O amor
É a cor do sangue derramado
Tem sabor a maçã
E cheiro a rosas perfumadas
É escaldante
Tem som de flauta
Um movimento suave
O peso de uma pena branca
E faz-nos sentir leves como o vento
(Andreia e Rodrigo)
A amizade
Tem cor azul
Sabe a morango
E cheira a baunilha
É morno como um dia de Primavera
Tem o som de palmas
O movimento da brincadeira
Pesa como uma pessoa
Faz-me sentir divertido
(Mariana e Tomás)
A alegria
Amarelo vivo
Sabe a baunilha
E cheira a rosas
É morna, como a areia da praia
Tem o som de uma flauta
Tem movimento, como as ondas do mar
É leve como uma pena
Faz-me sentir bem
(Ana e Jorge)
O ódio
A cor é vermelho do sangue
O seu sabor é do sal
O cheiro é da cebola
A temperatura é do quente do sol
O som é de rock
O seu movimento é muito rápido, como um foguete
O seu peso é duma montanha
Faz-me sentir com a cara quente
(Diogo e Pedro)
A raiva
É vermelha
Tem sabor a morangos
O cheiro é do sangue
A sua temperatura é quente
Tem som de guitarra eléctrica
Tem o movimento do rap
É pesada como um navio
Faz-me sentir chateado
(João e Miguel)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Poesia Visual
Na continuação do estudo sobre a poesia, os aventureiros descobriram que também existem poemas visuais. Neste tipo de escrita o poeta recorre não só às palavras como, também, à imagem.
Ficaram a conhecer os poemas de Salete Tavares e Mário Castrim.


Foi então a vez dos aventureiros experimentarem a poesia visual. Cada um ficou com uma frase, do poema que havíamos realizado quando lemos o "Limpa-Palavras" e os resultados foram surpreendentes.
Ficaram a conhecer os poemas de Salete Tavares e Mário Castrim.


Foi então a vez dos aventureiros experimentarem a poesia visual. Cada um ficou com uma frase, do poema que havíamos realizado quando lemos o "Limpa-Palavras" e os resultados foram surpreendentes.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Limpa-palavras
Este período os aventureiros vão ler e explorar várias poesias tomando, deste modo, um contacto mais profundo com o texto poético.
Mas antes de começarmos as leituras, conversámos um pouco sobre o ofício de “ser poeta”... O que fazem os poetas? Quais as suas ferramentas de trabalho? Que matérias usam para trabalhar?
Os aventureiros chegaram à conclusão que para se ser poeta e se escrever poesia é preciso... “Ser especial.”, “Pensar com o coração.”, “Usar lápis e borracha, para poder apagar muitas vezes.”, “Ter muita imaginação.”, “Saber utilizar bem as palavras.”
Assim surgiu a leitura do poema “O limpa-palavras”, do autor Álvaro Magalhães.



Em seguida, foi a vez dos aventureiros construírem colectivamente uma poesia sobre as palavras.
A palavra chuva dá vida à natureza.
A palavra caneta escreve belas poesias.
A palavra estrela brilha na noite escura.
A palavra amor faz o coração saltar.
A palavra chocolate tem um sabor especial.
A palavra luz ilumina a casa.
A palavra gelado é deliciosamente gelada.
A palavra acelerar faz o meu carro andar mais rápido.
A palavra casa dá-me abrigo.
A palavra herói salva o mundo.
A palavra livro faz-me sonhar.
A palavra amigo ajuda-me nos momentos mais difíceis.
Mas antes de começarmos as leituras, conversámos um pouco sobre o ofício de “ser poeta”... O que fazem os poetas? Quais as suas ferramentas de trabalho? Que matérias usam para trabalhar?
Os aventureiros chegaram à conclusão que para se ser poeta e se escrever poesia é preciso... “Ser especial.”, “Pensar com o coração.”, “Usar lápis e borracha, para poder apagar muitas vezes.”, “Ter muita imaginação.”, “Saber utilizar bem as palavras.”
Assim surgiu a leitura do poema “O limpa-palavras”, do autor Álvaro Magalhães.



Em seguida, foi a vez dos aventureiros construírem colectivamente uma poesia sobre as palavras.
A palavra chuva dá vida à natureza.
A palavra caneta escreve belas poesias.
A palavra estrela brilha na noite escura.
A palavra amor faz o coração saltar.
A palavra chocolate tem um sabor especial.
A palavra luz ilumina a casa.
A palavra gelado é deliciosamente gelada.
A palavra acelerar faz o meu carro andar mais rápido.
A palavra casa dá-me abrigo.
A palavra herói salva o mundo.
A palavra livro faz-me sonhar.
A palavra amigo ajuda-me nos momentos mais difíceis.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Nomes colectivos - jogos
Aqui está uma forma divertida para estudares os nomes colectivos. Três jogos que te vão ajudar a relembrar esta matéria.
Clica em cima de "nomes colectivos" e vais ter directamente aos jogos.
Nomes colectivos - 1
Nomes colectivos - 2
Nomes colectivos - 3
Clica em cima de "nomes colectivos" e vais ter directamente aos jogos.
Nomes colectivos - 1
Nomes colectivos - 2
Nomes colectivos - 3
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Nomes colectivos
Esta semana os aventureiros aprenderam o que são nomes colectivos.
Como bons estudantes que são, resolveram criar uma folha de estudo, onde colocaram os nomes colectivos que já aprenderam.
Cada um foi ao computador, escrever dois nomes colectivos.

Em seguida, estreámos a nossa impressora nova. Cada um levou para casa, uma cópia do trabalho.

O resultado final...
Como bons estudantes que são, resolveram criar uma folha de estudo, onde colocaram os nomes colectivos que já aprenderam.
Cada um foi ao computador, escrever dois nomes colectivos.
Em seguida, estreámos a nossa impressora nova. Cada um levou para casa, uma cópia do trabalho.
O resultado final...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Lenda de Nossa Senhora do Rosário
Uns pescadores foram apanhados numa tempestade e receavam pela sua vida, pelo que começaram a rezar.
Foi então, que surgiu no meio da tempestade, uma luz e a Nossa Senhora, que os salvou, indicando-lhes o caminho para o barreiro, onde aportaram em segurança.
Nesse local, os pescadores construíram a igreja de Nossa Senhora do Rosário.
Rodrigo
Foi então, que surgiu no meio da tempestade, uma luz e a Nossa Senhora, que os salvou, indicando-lhes o caminho para o barreiro, onde aportaram em segurança.
Nesse local, os pescadores construíram a igreja de Nossa Senhora do Rosário.
Rodrigo
Lenda de Santo António da Charneca
Num certo dia, no tronco de um pinheiro, apareceu a imagem de um santo. Os camponeses pensaram que era Santo António. A imagem foi levada para Lisboa, para o identificarem melhor.
A imagem voltou a aparecer no pinheiro e foi levada, outra vez, para Lisboa.
Depois de alguns dias, voltou a aparecer no mesmo sítio.
Os camponeses pediram ajuda a um fidalgo que viveu na Quinta do Corvo.
O fidalgo mandou construir uma ermida, para a imagem do santo.
Os camponeses construíram pequenos casebres, à volta da capela e chamaram a esse lugar Santo António da Charneca.

João
A imagem voltou a aparecer no pinheiro e foi levada, outra vez, para Lisboa.
Depois de alguns dias, voltou a aparecer no mesmo sítio.
Os camponeses pediram ajuda a um fidalgo que viveu na Quinta do Corvo.
O fidalgo mandou construir uma ermida, para a imagem do santo.
Os camponeses construíram pequenos casebres, à volta da capela e chamaram a esse lugar Santo António da Charneca.
João
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
As lendas...
Na passada semana, a propósito de tradição oral, contei aos aventureiros algumas lendas sobre a nossa localidade.
Ficaram tão entusiasmados que pesquisaram outras lendas e até me pediram que contasse mais, sobre outras localidades.
Aqui fica a primeira lenda, que despertou a curiosidade dos aventureiros, para o tema.
No ano de 1871 havia no Barreiro, um homem que não tinha muito dinheiro, de seu nome Francisco Gomes.
Ele teve uma ideia, anunciou num jornal que havia um tesouro no Lavradio.
Muitas pessoas acreditaram nele e uns fidalgos deram-lhe dinheiro para que fizesse as escavações, para desenterrar o tesouro que era, dizia ele, ouro muito antigo.
Mas escavaram em todo o lado e nada encontraram. Entretanto o Francisco Gomes foi ficando cada vez mais rico, comia do melhor, comprava fatos novos e até subornava os polícias.
Os habitantes começaram a ficar zangados com tantas mentiras e quiseram matá-lo. Para evitar maior desgraça, resolveram levá-lo preso.
Mas, mesmo na prisão, ele continuou a mentir, queria fingir-se de morto e enfiar-se num caixão.
Mas o padre que foi fazer a sua missa, não aceitou fazer parte daquela história.
E assim, o Francisco Gomes tornou-se numa lenda!
Texto Colectivo
Ficaram tão entusiasmados que pesquisaram outras lendas e até me pediram que contasse mais, sobre outras localidades.
Aqui fica a primeira lenda, que despertou a curiosidade dos aventureiros, para o tema.
No ano de 1871 havia no Barreiro, um homem que não tinha muito dinheiro, de seu nome Francisco Gomes.
Ele teve uma ideia, anunciou num jornal que havia um tesouro no Lavradio.
Muitas pessoas acreditaram nele e uns fidalgos deram-lhe dinheiro para que fizesse as escavações, para desenterrar o tesouro que era, dizia ele, ouro muito antigo.
Mas escavaram em todo o lado e nada encontraram. Entretanto o Francisco Gomes foi ficando cada vez mais rico, comia do melhor, comprava fatos novos e até subornava os polícias.
Os habitantes começaram a ficar zangados com tantas mentiras e quiseram matá-lo. Para evitar maior desgraça, resolveram levá-lo preso.
Mas, mesmo na prisão, ele continuou a mentir, queria fingir-se de morto e enfiar-se num caixão.
Mas o padre que foi fazer a sua missa, não aceitou fazer parte daquela história.
E assim, o Francisco Gomes tornou-se numa lenda!
Texto Colectivo
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Dragon-Corcodilo e o Aterrorizador
Nome: Dragon-Corcodilo
Idade: 99453 milhões de anos
Sexo: masculino
É um monstro raro porque tem picos na cauda, metal de protecção, no meio do corpo e asas de ferro, muito grandes.
O seu olho ficou arranhado durante uma guerra, porque ele está sempre pronto para ajudar, nas emergências.
Tem uma cauda de dragão, para poder transportar os outros monstros, de um sítio para outro.
O Dragon-Corcodilo é capaz de se transformar, mudando o seu peso e o seu tamanho. Mas, o seu tamanho normal é 4 m e o peso 1500 kg.
Ele come carne, por isso é que tem uns dentes afiados.
Todos da Monstrolândia são amigos dele, menos o seu irmão gémeo, o Norgon, que é o seu maior inimigo. Embora o Dragon-Corcodilo seja imortal, o seu irmão pode matá-lo.
Ele vive num castelo e todos os dias tem visitas e o seu irmão vive numa gruta cheia de Vons (bichos pegajosos).
Este monstro tem o poder dos quatro elementos.
Idade: 99453 milhões de anos
Sexo: masculino
É um monstro raro porque tem picos na cauda, metal de protecção, no meio do corpo e asas de ferro, muito grandes.
O seu olho ficou arranhado durante uma guerra, porque ele está sempre pronto para ajudar, nas emergências.
Tem uma cauda de dragão, para poder transportar os outros monstros, de um sítio para outro.
O Dragon-Corcodilo é capaz de se transformar, mudando o seu peso e o seu tamanho. Mas, o seu tamanho normal é 4 m e o peso 1500 kg.
Ele come carne, por isso é que tem uns dentes afiados.
Todos da Monstrolândia são amigos dele, menos o seu irmão gémeo, o Norgon, que é o seu maior inimigo. Embora o Dragon-Corcodilo seja imortal, o seu irmão pode matá-lo.
Ele vive num castelo e todos os dias tem visitas e o seu irmão vive numa gruta cheia de Vons (bichos pegajosos).
Este monstro tem o poder dos quatro elementos.
Trabalho realizado por: Diogo e João
Nome: Aterrorizador
Idade: 8 anos
Sexo: masculino
Este monstro é imortal e um grande lutador, nunca tem medo de ir para a guerra, foi lá que fez as suas três cicatrizes.
Ele tem asas, uma língua de cobra, tem chifres e laça fogo pela boca. Metade do seu corpo é verde e a outra é roxa, os seus pés têm dedos bicudos.
O Aterrorizador tem uma tatuagem de guerra e gosta de pintar o cabelo de vermelho com madeixas azuis claras.
Nasceu com apenas um olho, para aterrorizar toda a gente, no espaço.
Ele come pessoas, é o seu prato preferido.
O sonho dele é ser futebolista e arquitecto.
Trabalho realizado por: Jorge e Rodrigo
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Projectos
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Os habitantes da Monstrolândia - Monstrorock e Peixolândia
Começaram hoje as apresentações dos habitantes da Monstrolândia. Devo dizer que estão o máximo.
Nome: Monstrorock
Idade: 9 anos
Sexo: masculino
O Monstrorock é todo cinzento, tem os olhos quadrados, a cabeça é triangular, o cabelo é preto e bicudo, os seus pés também são bicudos.
Ele é rockeiro, toca numa banda rock que é a mais conhecida da Monstrolândia, a MR.
Este monstro é muito atrevido, as suas piadas tornam-no muito engraçado. É corajoso, gosta de se divertir e, claro, adora tocar guitarra e usar piercings.
O seu prato preferido é carne à Monstruguesa e ovo monstrulado.
Nome: Monstrorock
Idade: 9 anos
Sexo: masculino
O Monstrorock é todo cinzento, tem os olhos quadrados, a cabeça é triangular, o cabelo é preto e bicudo, os seus pés também são bicudos.
Ele é rockeiro, toca numa banda rock que é a mais conhecida da Monstrolândia, a MR.
Este monstro é muito atrevido, as suas piadas tornam-no muito engraçado. É corajoso, gosta de se divertir e, claro, adora tocar guitarra e usar piercings.
O seu prato preferido é carne à Monstruguesa e ovo monstrulado.
Nome: Peixolândia
Idade: 1000 anos
Sexo: masculino
A sua cara tem quatro olhos azuis, iguais aos da sua família, tem um nariz triangular e quatro orelhas bicudas. O seu cabelo é esticado todos os dias, para ficar em pé.
O seu corpo é igual ao de um peixe mas com quatro braços, para apanhar quatro coisas ao mesmo tempo, seis pernas, para andar melhor e em cada mão três dedos monstruosos. É um monstro muito alto, porque faz muita ginástica.
O Peixonândia estuda na Escotolândia, mas ele detesta estudar, acha que é uma seca.
Nos tempos livres gosta de ir de férias, de ir ao recinema ver a sua namorada, a Chichapenica, que é uma actriz famosa e ver na terrevisão os Morrangais.
A sua comida preferida é bacalhau com peixolas, porque é feito com peixe e a bebida é Coca-Peixe.
Ele é um monstro muito tranquilo e vaidoso, porque tem um coração ao peito. Usa sempre brincos porque é fã de rock.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Projecto: Os habitantes da Monstrolândia
Um tema novo que estamos a trabalhar, na área da Língua Portuguesa, é o retrato físico e o retrato psicológico. Assim, hoje foi apresentado, aos aventureiros, o Batatolas, um monstro muito engraçado que vive na Monstrolândia, cujo passatempo preferido é conversar com a sua namorada na Monstronet.
Como na Monstrolândia moram imensos monstros, lancei um desafio à turma: “E que tal serem vocês a imaginar um habitante desse planeta distante?”. Os aventureiros ficaram super entusiasmados com a ideia e puseram mãos à obra.
Em grupos de dois, pensaram num monstro e fizeram o seu retrato físico e psicológico. Na próxima aula, cada grupo vai desenhar o seu monstro.
Curiosos para ver? Eu também!
Como na Monstrolândia moram imensos monstros, lancei um desafio à turma: “E que tal serem vocês a imaginar um habitante desse planeta distante?”. Os aventureiros ficaram super entusiasmados com a ideia e puseram mãos à obra.
Em grupos de dois, pensaram num monstro e fizeram o seu retrato físico e psicológico. Na próxima aula, cada grupo vai desenhar o seu monstro.
Curiosos para ver? Eu também!
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